<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5744112</id><updated>2011-04-22T01:32:48.779Z</updated><title type='text'>PARADOXOS</title><subtitle type='html'>O Paradoxo surpreende-me e acompanha-me no dia a dia, ele alerta-me para o que ha de rudimentar na minha representacao do Mundo, e ele que me diz que a minha perspectiva ou o modo como equaciono esse Mundo esta  errada, e ele que me impulsiona para uma maior abertura de espirito, e ele quem poe em causa os alicerces do Eu.
E a estes avisos inesperados e surpreendentes e a sua discussao que dedico este espaco.
</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://soana.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744112/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soana.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>jpd</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17113442039337929920</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5744112.post-106614932536834487</id><published>2003-10-14T16:34:00.000Z</published><updated>2003-10-24T16:13:51.060Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;O BEM O BOM O MAL O MAU&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ou da impossibilidade de praticar exclusivamente o BEM ou o MAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Estavam ambos nus, tanto o homem como a mulher, mas não sentiam vergonha. A serpente, o mais astuto de todos os animais dos campos que o Senhor Deus fizera, disse à mulher: «É verdade ter-vos Deus proibido comer o fruto de alguma árvore do jardim?». A mulher respondeu-lhe: “Podemos comer o fruto das árvores do jardim, mas quanto ao fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: «Nunca o deveis comer, nem sequer tocar nele, pois, se o fizerdes, morrereis»”. A serpente retorquiu à mulher: «Não, não morrereis; mas Deus sabe que, no dia em que o comerdes, abrir-se-ão os vossos olhos e sereis como Deus, ficareis a conhecer o BEM e o MAL»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Génesis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento do BEM e do MAL afecta o comportamento dos seres humanos desde os seus primórdios veja-se por exemplo o episódio da expulsão de Adão e Eva do paraíso e a transmissão genealógica do «pecado original».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que está ao alcance dos seres humanos romper esta cadeia?, será que é possível viver sem ter que escolher em cada momento entre o BEM e o MAL?, ou o que é a mesma coisa, será que é efectivamente possível escolher entre o BEM e o MAL?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para responder a estas questões convém-me desde já clarificar os conceitos que estou a utilizar. Começo por definir o BEM como o procedimento que está de acordo com os preceitos religiosos e o MAL como o inverso, defino o BOM como o procedimento que está de acordo com os preceitos da moral e o MAU como o seu inverso e defino a moral como o conjunto de leis escritas e não escritas, hábitos, tradições e outras que resultam da vida em comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacidade para escolher entre o BEM e o MAL pressupõe a capacidade de ser antecipadamente feita uma análise às acções que se pretendem realizar, análise esta que passará por avaliar quer o objectivo da acção quer todas as consequências resultantes dessa acção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise do objectivo de uma acção quanto à sua adequação aos preceitos definidos pela religião não levanta dificuldade assinalável, dado que os objectivos para uma acção podem ser simples enunciados programáticos para essa acção e portanto facilmente adaptáveis, contudo a análise de todas as consequências de uma acção quanto à sua adequação aos preceitos religiosos revela-se uma tarefa impossível de realizar, devido à impossibilidade prática de conhecer todas as consequências de uma acção e portanto de poder garantir que todas as suas consequências estão de acordo com os referidos preceitos, ou seja à impossibilidade de garantir em qualquer acção que se está a praticar exclusivamente o BEM ou o MAL. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Esta impossibilidade leva a que na prática a avaliação das acções seja feita através de um sistema de ponderado no qual se dá um maior ênfase ao objectivo da acção e ás suas consequências imediatas e um peso diminuto ás restantes componentes da acção ou seja leva a que na prática se utilizem critérios de BEM e MAL individuais em que muitas vezes mais do que se “escolher” entre o BEM e o MAL se está a ponderar a quantidade de BEM e de MAL de cada acção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que se possa inicialmente pensar o abandono do PARADOXO religioso não cria um vazio moral no ser humano já que a escolha das acções pode ser feita pela substituição dos preceitos religiosos pelos preceitos morais passando a avaliação das acções para uma ponderação entre o BOM e o MAU que cada acção contém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5744112-106614932536834487?l=soana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744112/posts/default/106614932536834487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744112/posts/default/106614932536834487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soana.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106614932536834487' title=''/><author><name>jpd</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17113442039337929920</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5744112.post-106399351516385817</id><published>2003-09-19T17:44:00.000Z</published><updated>2003-09-19T18:21:19.066Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Verdade, a Perspectiva e o Paradoxo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é múltipla! Só assim é que consigo entender o Mundo, pois se constato que os milhões de seres humanos que nele vivem têm cada um a sua própria verdade é porque a Verdade não é com certeza única mas sim multifacetada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso muitas vezes que a verdade depende da perspectiva, ou seja, que a verdade  depende  da  posição  que  ocupa  aquele  que  a procura e que à alteração   da  posição  do  observador  corresponderá  uma  alteração  da    verdade que este encontra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam-se as seguintes analogias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Vamos  supor  que  o  processo  da  procura  da Verdade corresponde à construção de um edifício, e que ao maior ou menor desenvolvimento vertical da   construção   desse   edifício  corresponde  o  maior  ou  menor  caminho percorrido na procura da Verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verifica-se  facilmente  que  á  medida que as construções dos edifícios se vão desenvolvendo o afastamento entre elas vai aumentando, (este afastamento é provocado  pela  forma  da  superfície  terrestre que leva a que em cada ponto dessa  superfície  exista  uma  direcção diferente), ou seja que à medida que o caminho  do  aprofundamento  da  verdade vai sendo percorrido a divergência entre  as  verdades  perspectivadas  vai  aumentando  devido  aos  diferentes pontos de partida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Vamos supor que a representação da Verdade é similar a representação geográfica da terra dada por um mapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num mapa verifica-se que à medida que nos afastamos do ponto ou da linha definidos  pela  intersecção entre o plano da representação (mapa) e o globo terrestre aumenta a divergência entre a superfície da esfera terrestre e a sua representação  no  mapa.  Esta  distorção é exclusivamente consequência do método  escolhida  para  efectuar  a representação. Estabelecendo a analogia posso  dizer  que  à  medida  que  me  afasto  do ponto de partida (ponto de contacto)  aumenta  a  divergência  entre  a  Verdade  e  a representação que dessa Verdade estou a efectuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  Paradoxos  a  que  me  levam  estas  analogias mostram ser necessário efectuar uma mudança de modelo de modo a unificar as diferentes verdades individuais (perspectivas da Verdade única), ou  seja  o  modelo  a encontar deverá permir quer a representação dessa Verdade quer a constatação das verdades nas múltiplas visões possíveis dessa Verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas analogias verifico igualmente que, qualquer que seja o modelo escolhido para a representação da Verdade, se nesse modelo faltar uma ou mais do que uma das dimensões da Verdade o resultado a que se chega será apenas mais um  Paradoxo,  pelo  que  a  construção  desse  modelo da Verdade deve ser tentado  com  um  mais  elevado  número  de  dimensões  (complexidade  da representação) de modo a unificar as diferentes visões (verdades) na Verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5744112-106399351516385817?l=soana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744112/posts/default/106399351516385817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744112/posts/default/106399351516385817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soana.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106399351516385817' title=''/><author><name>jpd</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17113442039337929920</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5744112.post-106311559586839077</id><published>2003-09-09T13:53:00.000Z</published><updated>2003-09-09T13:58:38.753Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>PARA CADA VERDADE, O CONTRÁRIO É IGUALMENTE VERDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma verdade apenas se deixa exprimir e envolver em palavras quando é parcial. Tudo o que pode ser pensado com o pensamento ou dito com palavras é parcial, tudo é parcial, tudo é metade, a tudo falta totalidade, integralidade, unidade.&lt;br /&gt;							&lt;br /&gt;			In Siddharta Hermann Hess&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5744112-106311559586839077?l=soana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744112/posts/default/106311559586839077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744112/posts/default/106311559586839077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soana.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106311559586839077' title=''/><author><name>jpd</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17113442039337929920</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
